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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Centros de interesse na creche 4-5 meses - Autonomia social


  • Massajar a cara e a cabeça do bebé, começando no meio da testa. Nomear as partes do corpo enquanto massaja: olhos, nariz, boca...;
  • Deitar o bebé de costas e massagar o pescoço, ombros, pernas e pés de forma descendente, da cabeça para os pés. Repetir esta massagem de acordo com vários ritmos: lentamente e rapidamente. Descrever o que estiver a executar;
  • Utilizar o "NÃO" num tom de voz decidido - abandando a cabeça em sinal de reprovação - é o primeiro passo em direcção à disciplina.
in Centros de Interesse na Creche; Bola de Neve, 2008

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Como tratar uma queimadura?

Para visualizar este e outros vídeos da Cruz Vermelha Portuguesa, basta aceder ao seguinte link:

http://videos.sapo.pt/cruzvermelha

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Avós e netos - Relação de amor


O Dia dos Avós comemora-se a 26 de Julho, porque esse é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

Sabemos que os avós significam muitas das vezes a continuidade das tradições e das memórias familiares e dos valores morais. Podemos considerá-los como figuras que complementam na perfeição os pais, quer no carinho, quer na educação.

Os avós demonstram uma maior paciência e uma maior disponibilidade para estar com os netos. Actualmente, as mães estão inseridas no mercado de trabalho, sendo os avós um apoio fundamental na educação da criança. No que se refere à educação da criança, é necessário ter alguns cuidados, muitas das vezes surgem conflitos entre pais e avós das crianças, porque os primeiros acusam os avós de estragarem os netos com os mimos que lhes prestam, enquanto que os avós acreditam que os netos deviam ser educados de outra forma.
É fundamental que existe bom senso de parte a parte e que exista um ambiente de respeito entre ambas as partes, para que nenhuma se sinta menosprezada. Nunca esquecendo que a palavra final deverá ser dos pais da criança. O mais adequado seria que ambas as partes definissem as regras fundamentais a seguir na educação das crianças.

Pode descarregar a seguinte investigação:


PRÁTICAS E SABERES DAS AVÓS NO
CUIDAR DAS CRIANÇAS
UMA ABORDAGEM INTERGERACIONAL E
INTERCULTURAL

Dissertação de Mestrado de Comunicação em Saúde
UNIVERSIDADE ABERTA
LISBOA
JANEIRO DE 2008

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sugestão de um questionário de adaptação do bebé à creche e da criança ao jardim-de-infância


Já a pensar no próximo ano lectivo, deixo-vos aqui sugestões de questionários que de certo facilitarão o processo de adaptação do bebé e/ou criança ao novos espaços, como a creche e o jardim-de-infância. Sabemos que o período de adaptação é variável e começa ainda antes da entrada da criança no novo espaço. Neste sentido, considero fundamental que o educador recorra a diversos instrumentos, como o questionário, a fim de promover e facilitar a adaptação das crianças.

Para descarregar o Questionário de Adaptação do Bebé à Creche (formato PDF), clique aqui.

Para descarregar o Questionário de Adaptação da Criança ao Jardim-de-Infância (formato PDF), clique aqui.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Maus Tratos na Infância

Deixo-vos aqui um documento em PDF sobre Maus Tratos Infantis que construi, com base numa acção de formação que assisti: "Crianças e Jovens em Risco: Identificar e Encaminhar"

Assim como este vídeo da RTP, que faz notícia das repercussões que os maus tratos na infância podem causar numa pessoa.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

As consequências do divórcio para a criança


No âmbito da disciplina “Psicologia da Educação” do 2º ano da Licenciatura, eu e as minhas colegas de grupo considerámos fundamental realizar um trabalho sobre as consequências do divórcio na criança, visto que, segundo as estatísticas do nosso país existe um elevado número de divórcios, sendo por isso, frequente depararmo-nos com esta situação.
Com este trabalho pretendemos então que, este nos ajude no nosso papel enquanto educadores de infância.


Estrutura do trabalho:

  • A evolução das famílias
  • Ambiente familiar vivido antes do divórcio
  • As várias reacções do divórcio por parte das crianças segundo o seu estádio de desenvolvimento
  • A perspectiva da criança quanto ao divórcio
  • Estratégias para ajudar a criança a lidar com o divórcio
  • Vários tipos de custódia
  • Quem deve ficar com a custódia?
  • Desvantagens da monoparentalidade
  • Recomposição familiar
  • A importância da manifestação da dor da criança através dos desenhos
Para descarregar a apresentação do trabalho em formato PDF, clique aqui.


Referências bibliográficas:

Berger, M., (1998). A criança e o sofrimento da separação. Lisboa: Climepsi Editores.

Cloutier, R.; Filion, L.; Timmermans, H. (2006). Quando os pais se separam…Para melhor com a crise e ajudar a criança. Lisboa: Climepsi Editores.

Costa, M. (1994). Divórcio, monoparentalidade e recasamento: intervenção psicológica em transições familiares. Lisboa: Asa.

Delgado, P. (1996). Divórcio e separação em Portugal: análise social e demográfica século XX. Lisboa.:Editoral Estampa.

Gameiro, J. (1998). Os meus, os teus e os nossos: novas formas de família. Lisboa: Terramar.

Liberman, R. (1987). A criança e o divórcio. Editora Rés.


domingo, 24 de maio de 2009

Até quando, o uso da fralda?


Quando a criança completa o ano e meio de vida, quase todos os pais começam a preocupar-se e a perguntar qual o momento apropriado para lhe tirar a fralda.

Até quando é que o meu filho usará fraldas? Quando estará preparado para começar a fazer o controlo dos esfíncteres? Como devo fazer?

Estas são algumas das questões mais frequentes com que nos deparamos, tanto enquanto pais, como enquanto educadores e, se bem que não seja possível dar respostas precisas, podemos dar algumas orientações a seguir acerca deste assunto.

O facto de a criança poder controlar os seus esfíncteres significa que exerce um determinado controlo sobre as suas necessidades e impulsos uretrais e anais e isto implica uma modificação, uma transformação no seu desenvolvimento.

A criança passa de uma completa liberdade em tudo o que se refere à evacuação a adaptar-se a normas de higiene vigentes no seu meio. Esta passagem pressupõe um progresso de aprendizagem e, como tal, o resultado e o êxito do mesmo dependem de vários factores.

1. A criança deverá estar fisicamente madura para iniciar o processo de controlo dos esfíncteres. Será necessário que a criança tenha alcançado a maturidade e a coordenação dos músculos do intestino e da bexiga para poder relaxá-los e contrái-los voluntariamente. Deverá ser capaz de perceber a necessidade orgânica e responder a ela com um acto, não já reflexo, mas voluntário.

Considera-se que a criança por volta dos 18 meses, aproximadamente, está organicamente capacitada para esta aprendizagem. As tentativas de pôr em prática essa aprendizagem em datas mais precoces podem ser contraproducentes e frustrantes, tanto para a criança como para os seus pais.

2. A criança deverá ter maturidade emocional suficiente; não só deverá compreender o que os seus pais pretendem que ela faça mas, também, terá que estar disposta a dar-lhes esse prazer, a “presentear ou não os seus progenitores com este gesto de amor”.

Assim como, anteriormente, as relações com os objectos do mundo passavam, na criança, através da oralidade, agora ela concentra toda a sua atenção nos seus excrementos: “co-có” e “chi-chi” têm para ela muito valor, assim como, também, o que se possa fazer com eles.

No ínicio, esta aprendizagem está fortemente ligada às relações da criança com os seus pais e a atitude deles face a este feito. Com o decorrer do tempo, tornar-se-á autónoma do meio familiar e passará a fazer parte das normas sociais.

3. Outra coisa muito importante a ter em conta é a atitude dos pais perante este tema, a sua capacidade para acompanhar e apoiar a criança e para conceber esta aprendizagem como um processo que a conduzirá à socialização.

É evidente que não será o mesmo para uma criança enfrentar pais compreensivos e sensíveis às suas necessidades e dificuldades, que tolerem os seus fracassos e encoragem os seus triunfos, do que sofrer a tensão gerada por pais exigentes ou excessivamente ansiosos e que transformem este processo numa situação hostil e angustiante.

O treino do controlo dos esfíncteres é um processo de aprendizagem que trará consigo avanços e recuos e um tempo que será singular para cada criança.

Como todo o treino, vai requerer dedicação, perseverança e paciência por parte dos pais.



Mariela Pascual – Licenciada em Psicologia

e-mail: pascualmariela@starmedia.com

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vídeo sobre os direitos da criança




Os direitos da criança, apresentados pelas crianças do Jardim de Infância Maria Luciana Seruca - Paço de Arcos

Os direitos de todas as crianças

O que dizemos e fazemos pelos direitos das nossas crianças?

Definir a criança como sujeito de direito e criar as condições sociais para o seu cumprimento não é tarefa fácil. Obriga-nos a todos a reformularmos o valor da vida, desde os temas mais simples até à dramática realidade de saber que são aos milhares as crianças que hoje carecem de tudo, inclusivamente do direito de viver…

Como educadores, devemos incorporar, em todas as actividades que realizemos com as nossas crianças, o respeito pelos direitos humanos e fazer com que elas próprias nos chamem à atenção, no nosso comportamento, nas nossas atitudes e em cada situação de aprendizagem, para o exercício desses direitos. Isto implica trabalhar num clima de respeito e analisar os factos com um olhar amplo e crítico. Por isso, devemos levar as nossas crianças a conhecê-los, de forma a que possam assimilá-los e estar conscientes de que a nossa luta para lhes dar um lugar nas nossas vidas tem que ser constante. Para que toda a humanidade avance é necessária uma infância que desfrute de saúde, que cresça na igualdade, que tenha acesso à educação e que esteja protegida.

Como educadores, ao exercermos a nossa função, não podemos ignorar as duas “faces” dos direitos das crianças.


1. Reconhecimento dos seus direitos

Há meninos e meninas que são discriminados pelo seu género, raça, religião, nacionalidade ou situação económica.

2. Protecção/Igualdade de oportunidades

Há meninos e meninas que carecem de protecção e amparo e não podem crescer, alimentar-se ou educar-se como deveriam.

3. Identidade/Reconhecimento pessoal

Há meninos e meninas que não estão legalmente reconhecidos como cidadãos e cidadãs do seu próprio país.

4. Bem-estar/Assistência adequada

Há meninos e meninas que vivem em condições insalubres, não têm casa, padecem de subnutrição e enfermidades que não são assistidas de forma adequada.

5. Atenção aos meninos e meninas especiais

Há meninos e meninas que, apesar de terem algum impedimento físico, mental ou social grave, não recebem a atenção necessária.

6. Amor, respeito e compreensão

Há meninos e meninas que não têm nem família nem casa. Vivem na rua e ninguém se ocupa deles.

7. Educação na igualdade de oportunidades e o direito a brincar

Há meninos e meninas que nunca foram à escola porque carecem de dinheiro ou porque dedicam todo o seu tempo a trabalhar.

8. Protecção e auxílio/Preferência em situações de perigo

Há meninos e meninas que são as principais vítimas da guerra.

9. Direito a não ser explorado/a não ser maltratado

Há meninos e meninas que são abandonadas, que são maltratadas, que são explorados e, enclusivé, que vivem em escravatura.

10. Educação para a paz/fraternidade

Há meninos e meninas que são educados na intolerância e na violência.


Texto retirado da revista Educadores De Infância, nº10 - Janeiro 2006

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