Mostrar mensagens com a etiqueta educador de infância. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta educador de infância. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Aprendo na Creche...


Consegui o tão desejado emprego numa creche em Albufeira!!!
Começo na próxima segunda-feira!




segunda-feira, 11 de maio de 2009

Reflexão sobre a importância da realização de um Portfólio do Educador


“ (…) construir um Portfólio é um pouco como construir um papagaio de papel, trata-se de um acto criativo, baseado na reflexão-acção, que mediante algumas orientações (as réguas) e papel q.b. (os registos e evidências) permitirá dar forma e um outro colorido à vida de professor. Tudo isto sem perder de vista o objectivo principal do Portfólio – animar o desenvolvimento profissional!” (Nunes, J., 2000, pp.37/38)

Enquanto futura educadora de infância, considero muito importante que exista por parte de um profissional da educação, uma reflexão cuidada acerca da sua prática profissional. E consequentemente, possibilitar um desenvolvimento pessoal e profissional, tendo como principal objectivo melhorar as suas práticas de ensino e solucionar os problemas que possam surgir ao longo da sua prática profissional.

Ao realizar um Portfólio Reflexivo da Prática, tem-se a possibilidade de reflectir acerca dos objectivos, da filosofia da educação, do modelo pedagógico que a adoptar na prática profissional e ao mesmo tempo, poderá partilhar com os colegas, supervisor e orientador de estágio.

Segundo Holec (1979), o conceito de autonomia está relacionado com a capacidade que o educador tem de gerir a sua própria aprendizagem e através do Portfólio “(…) o formando tem, assim, a possibilidade de se tornar objecto da sua própria reflexão, o que significa que se vai autonomizando e tomando consciência sobre o seu próprio poder de transformação, quer ao nível do seu pensamento, quer ao nível da sua acção.” (Aguiar, M., 2000, p. 21)

O Portfólio Reflexivo reflectirá a aprendizagem e desenvolvimento ao longo dos anos de Formação Inicial de Educadores de Infância, e incidirá sobretudo, numa reflexão relativamente à Prática Pedagógica permitindo assim realizar uma conexão entre a teoria e a prática.

Na minha opinião, a realização do Portfólio Reflexivo é uma mais valia para o educador que está em formação inicial e para o educador experiente que já exerce a sua carreira docente, visto que é uma ferramenta para a reflexão do mesmo e simultaneamente permite a sua auto-avaliaçao, sendo que esta possibilita uma análise sobre os pontos fortes e fracos no decorrer da sua prática pedagógica.

No entanto, considero que a realização do Portfólio requer tempo e disponibilidade e, por vezes, é muito difícil gerir o tempo.

“O portfólio serve como guia ou mapa, que permite ver mais claramente onde estivemos, onde estamos, para onde queremos ir; e que ajuda a obter melhores ideias de como chegar lá, ou seja, ideias acerca do que é necessário mudar para melhorar a aprendizagem, o pensamento, o espírito crítico e o desenvolvimento dos alunos (Cerbin, 1994).” (Nunes, J., 2000, p.39)


Referências bibliográficas:

Nunes, J. (2000). O Professor e a Acção Reflexiva. Porto: Edições ASA.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ser Educador de Infância


Neste dia do do Trabalhador (1º de Maio), e a pensar nos jovens que pretendem iniciar a sua formação profissional, divulgo aqui este site Gabinete de Psicologia e Orientação - Esc. José Régio - Vila do Conde

Recordo-me que em 2005, tinha quase a certeza que queria ser educadora de infância, mas faltava-me uma orientação e uma maior informação acerca da profissão.
Lembro-me que recorri à psicóloga da Escola Secundária que frequentei e falei com algumas educadoras de infância acerca do trabalho desenvolvido.

Este post é especialmente dedicado aos jovens que sentem vontade de ser educadores de infância, mas que ainda têm muitas dúvidas, receios, etc.

Através deste documento "Educador de Infância", espero que as ideias fiquem mais claras.

Espero que façam a escolha acertada.

Actualmente, estou a terminar a Licenciatura em Educação de Infância (falta 1 mês e 19 dias), e tenho a certeza que para mim foi uma escolha acertada.

Há quase 2 meses que terminou a Prática Pedagógica II, e eu sinto imensa falta do trabalho com as crianças, com as educadoras, com as famílias e a comunidade. Pois para ser educador não basta gostar de crianças, é fundamental gostar de todo o trabalho que nos compete, a nós educadores.

Perdoem-me os educadores já formados, mas eu já me sinto educadora!

"Claro que aquilo que decidirem fazer na vossa vida talvez venha a ser muito diferente! Mas seja o que for que escolherem, espero que vos faça mais felizes..."

Spencer Johnson, 1990

domingo, 19 de abril de 2009

O meu olhar sobre o Movimento High-Scope

Existem aspectos do movimento High-Scope com os quais me identifico, muitos deles também se revêem na Abordagem por Projectos, tais como, a importância da observação.

“Não há acção educativa que possa ser mais adequada do que aquela que tenha a observação da criança como base para a planificação educativa. É que isso permite ao adulto programar e agir com base na tensão criativa entre uma perspectiva curricular teoricamente sustentada e um conhecimento real dos interesses, necessidades, competência e possibilidades da criança.” (Oliveira-Formosinho, J., 2007, pg.59).

Outro aspecto que realço é a tentativa de construir a autonomia colectiva da criança, isso revela-se em toda as componentes da estrutura curricular High-Scope, como na organização do espaço e do tempo e nas interacções existentes entre as crianças e entre crianças-adultos.


Referências bibliográficas:

Formosinho, J. (Org.), Spodeck, B., Brown, P., Lino, D. & Niza, S. (2007). Modelos Curriculares para a Educação de Infância. (3.ª Ed.). Porto: Porto Editora

Blog Widget by LinkWithin